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na corda bamba 183 conversa com jessé souza sobre imperialismo, jornalismo e outras cafonices
Foi pelas redes que conheci o trabalho de Jessé Souza. Gosto dos títulos de seus livros, bombásticos, na mesma escola do historiador Hélio Silva e muito longe dos idiotas da objetividade: A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite, A Elite do Atraso: Da Escravidão à Lava Jato, A…
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na corda bamba 175 verso, inverso e transverso. Uma entrevista com Helô Sanvoy
Helô Sanvoy tem fala e jeito manso. Deve ser coisa de quem nasceu em Goiás. Num dia quente e nublado de janeiro de 2024, ele pegou o metrô, depois o trem e foi nos encontrar no ateliêr de Rosana Paulino. Oficialmente, foi a primeira gravação da série Raiz, Arte Afro-Brasileira Contemporânea. A ideia era simples:…
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na corda bamba 169 e o filme obstrução que armei com jorgen leth
Eu ia escrever sobre o CineBH, onde estive semana passada junto do ninja Di Moretti e do novo chapa Alexei Abib. Ia falar da profecia de Amós que me intrigou depois de ver um padre franciscano citando ela no sermão. Sobre o meu hd externo que pifou, sobre o metanol nos bares e a cachaça…
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na corda bamba e o noticiero cubano
Acordo bem cedo e disposto a gastar uma hora na esteira e quem sabe começar a perder uma parte, mesmo que modesta da minha pança que não para de crescer, sempre incentivada, paparicada e saciada por quantidades muito acima da média de cervejas, sanduíches com bacon, doces e tudo aquilo que os nutricionistas jamais recomendam…
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na corda bamba crescendo nos anos 70 entre vacas voadoras,claudias,xavieras e cassandras.
Nasci em 1965. Portanto, grande parte do quase tudo que sei da vida foi aprendido ao longo da década de 70. Crescer numa família de classe média nos anos 70 significava entrar a década com o Monteiro Lobato e Edy Lima e terminar com Harold Robbins, Cassandra Rios e Xaviera Hollander. Monteiro Lobato dispensa apresentações.…
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na corda bamba 88 (com a playlist 58) – um ano balançando por aqui e por ali.
Meu pai me levou algumas vezes pra ver os barcos saindo pelo Guaíba na Procissão dos Navegantes, que acontece em Porto Alegre todo dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá. A Santa saía da Igreja do Rosário e dava um rolê pelo centro da cidade, que agora se chama centro histórico, mas nesta época era…



