• na corda bamba em alta octanagem e longe dos caboclos que só baixam com destilados

    Vicente me olha e pergunta: você sabia que numa cidade da França, ela tem um nome que termina em burgo…Estrasburgo. Isto. Há uns quinhentos anos atrás, uma mulher começou a dançar na rua, e ela não parava de dançar, e outras pessoas começaram a dançar junto com ela e depois mais e mais pessoas começaram…


  • na corda bamba 165 em vodka? vodko!

    Em 2013 fiz um documentário chamado Galáxias, sobre pessoas pobres que criaram bibliotecas em diversas comunidades do Brasil. O filme foi mal divulgado, mal compreendido e pouco visto. Parte da culpa é minha, já que o projeto era meu e fui o diretor e roteirista. As boas intenções não comoveram críticos e nem curadores de…


  • na corda bamba 157 e as ruas e as pessoas que insistem em viver no passado abestado.

    No reino encantado da Vila Madalena existe uma rua chamada Purpurina. Também existe a rua Harmonia, a Girassol e a Wizard (que o povão sabidamente chama de Uizárdi). No meio de tanta psicofofurice, existe uma rua chamada Rodesia. O fato desta rua ter sido batizada assim não surpreende. O inacreditável é ela continuar emplacando este…


  • na corda bamba em uma avenida cheia de buracos chamada brasil

    Antonio dez anos. Nasceu dois dias antes do aniversário do meu pai, ele dia 30 de março, meu pai no primeiro de abril. O avô do Antonio se foi poucos meses depois que ele chegou, portanto, dez da chegada do Antonio e quase dez da partida do Francisco. Enquanto escrevo, o julgamento do Jair tá…


  • na corda bamba e o nascimento do sol invencível + playlist 98

    Passei a semana ouvindo uma música da Nomade Orquestra, grupo instrumental da pesada formado no ABC paulista em 2012. Uma faixa levante, filme de ação, abertura do esporte espetacular, que me ajudou bastante a segurar o tranco nos últimos dias. Só ontem, quando fui fechar a playlist #98 é que reparei no nome da música:…


  • na corda bamba sentado na calçada do mcdonald’s do leblon + playlist 70

    Tudo começou com um pequeno comentário de uma amiga na rede: ela estava aflita com a cena de duas mulheres brancas que estavam sentadas na porta do McDonald’s do Leblon, com as malas empilhadas na calçada de pedras portuguesas. Minha amiga estava sensibilizada com o empobrecimento fulminante da população, já que agora não é só…