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na corda bamba 179 e a arte de passar o pano na mesa da sala.
A pizza do jantar foi devorada. Recolhi os pratos e os talheres. Moço, pega um pano pra limpar a mesa? O moço levantou, foi até a cozinha, não encontrou o pano, pegou um pedaço de papel toalha, tascou um pouco de detergente e deslizou na madeira. Mas é assim que você vai limpar a mesa?…
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na corda bamba 172 na bossa, na fossa mas sem aquela grande dor. uma entrevista com tárik de souza, um jornalista que nunca desafina.
Em 1970 a Editora Abril colocou nas bancas uma coleção chamada História da Música Popular Brasileira. Eram discos menores que um lp e maiores que um compacto -10 polegadas- que vinham acompanhados por um livro de 12 páginas com textos dos principais críticos e pesquisadores musicais do país. Na primeira edição da série, as capas…
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na corda bamba 171 e os cara velho dos diabos
Na Corda Bamba chegou neste momento cheio de significados significantes.Chegou nesta efeméride que quer dizer tudo e não quer dizer chongas. Nesta magnífica, ensolarada e quente quinta-feira, 16 de outubro, direto do bairro da Saúde em São Paulo, a edição 171 deste blog pilantra e requebrante chega na rede. Cheia de amor pra dar, cheia…
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na corda bamba edição especial pra hermeto e tenório jr.
Pra quem cresceu aqui na pátria amada salve, salve na década de 70, a tv brasileira era diversão garantida. Em 1975 a Globo promoveu o Festival Abertura. A ideia era dar um sacode na música popular. Se ela estava precisando ou não, eu não fazia ideia. Eu gostava do que ouvia no rádio e do…
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na corda bamba 165 em vodka? vodko!
Em 2013 fiz um documentário chamado Galáxias, sobre pessoas pobres que criaram bibliotecas em diversas comunidades do Brasil. O filme foi mal divulgado, mal compreendido e pouco visto. Parte da culpa é minha, já que o projeto era meu e fui o diretor e roteirista. As boas intenções não comoveram críticos e nem curadores de…
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na corda bamba 121 pensando e pensando e pensando na alice e o prefeito, no último pub e no verissimo.
“Sempre teremos Paris” é a frase do Bogart pra Ingrid Bergman em Casablanca que continua servindo pra muita gente: pro turista embasbacado, pra madame deslumbrada, pro refugiado político, pro corrupto foragido, pro imigrante, pro estudante e pro casal sonhador. Serve pra quase terminar um filme, serve pro Woody Allen e pra Emily que não serve…



