• na corda bamba 162 e as anonimidades cotidianas

    Sábado, 9 horas da manhã numa lanchonete da Borges Lagoa. Tomo um expresso enquanto leio o Jéferson Tenório. Uma música muito boa começa a tocar. Olho pra trás, a televisão mostra um conjunto latino, todos 60 pra cima, todos em traje de gala. Demoro a sacar se eles são da bailanta ou de jesus. Talvez…


  • na corda bamba levando a alma e a boca suja pra passear na rede.

    Quatro horas direto sem paradas no meio do caminho e sem tempo pra respirar. Uma corda sem vergonha, sem revisão, reflexão, controle e tino. 65 faixas supersônicas, abrindo e fechando com Chico Buarque, abrindo e fechando com Cacá Diegues, que conseguiu algo muito raro no nosso cinema: fazer muitos filmes e quem faz muitos filmes…