• na corda bamba 123 infância + playlist # 92

    Meu avô Antônio era um calabrês de poucas palavras e as poucas que saiam de sua boca, metade eram palavrões, que ele cuspia parte em italiano, parte em gauchês. Não dava a mínima para a aparência, vestia-se com coletes velhos poídos, calças largas e sapatos furados. Passava boa parte do dia resmungando, outra parte mexendo…


  • na corda bamba 121 pensando e pensando e pensando na alice e o prefeito, no último pub e no verissimo.

    “Sempre teremos Paris” é a frase do Bogart pra Ingrid Bergman em Casablanca que continua servindo pra muita gente: pro turista embasbacado, pra madame deslumbrada, pro refugiado político, pro corrupto foragido, pro imigrante, pro estudante e pro casal sonhador. Serve pra quase terminar um filme, serve pro Woody Allen e pra Emily que não serve…