• na corda bamba # 185 edição especial de 3º aniversário cheia de bacanidades e obscenidades

    De vez em quando eu me pergunto por que insisto nesta barca, já que o dinheiro é curto, o trabalho é insano e ninguém está apontando uma arma contra o meu pescoço e dizendo: escreva ou morra! Sobram, então, teimosia, vaidade, (in)sanidade e claro, algum prazer. ### Nesta edição de terceiro ano balançando nas redes:…


  • na corda bamba 158 em: a burguesia fede mas tem dinheiro pra comprar perfume.

    O buraco Lito estava em casa, deitado no sofá com o controle remoto na mão. As imagens mudavam em segundos e nem dava tempo dele se ver na tela da TV, onde apareceu rodando no centro de um tornado, depois em um vagão desgovernado do metrô, pulando numa quadrilha de São João, jogando pingue-pongue, fugindo…


  • na corda bamba 157 e as ruas e as pessoas que insistem em viver no passado abestado.

    No reino encantado da Vila Madalena existe uma rua chamada Purpurina. Também existe a rua Harmonia, a Girassol e a Wizard (que o povão sabidamente chama de Uizárdi). No meio de tanta psicofofurice, existe uma rua chamada Rodesia. O fato desta rua ter sido batizada assim não surpreende. O inacreditável é ela continuar emplacando este…


  • na corda bamba e quando o brasil era moderno

    Nos anos noventa fiz um documentário sobre o arquiteto Oscar Niemeyer. Um filme de admirador, filme tributo, assumidamente de defesa da arquitetura dele e do personagem que Oscar inventou para ele mesmo, com suas frases gauche na vida repetidas exaustivamente, independente de quem o estivesse entrevistando. Naquela época, o nome Niemeyer parecia estar ligado a…